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oto da praia de Tambáu faz parte do centro turístico
Em junho de 2020, o índice de atividades turísticas cresceu 19,8% frente ao mês imediatamente anterior, segunda taxa positiva seguida, período em que acumulou ganho de 28,1%. Vale destacar, contudo, que o segmento de turismo havia mostrado uma expressiva perda acumulada entre março e abril (-68,1%), reflexo do fato de que as medidas preventivas ao rápido espalhamento da Covid-19 (como o estímulo ao isolamento social) terem atingido de forma mais intensa e imediata boa parte das empresas que compõem as atividades turísticas, principalmente, transporte aéreo de passageiros, restaurantes e hotéis.

Os dados são da atividade Serviços do IBGE, divulgados nesta quinta-feira, dia 13

Regionalmente, todas as doze unidades da federação acompanharam este movimento de expansão observado no Brasil, com destaque para São Paulo (19,6%), seguido por Rio de Janeiro (23,7%), Minas Gerais (17,2%), Santa Catarina (26,1%) e Paraná (17,9%).

Na comparação com junho de 2019, houve retração de 58,6%, quarta taxa negativa seguida, pressionado, principalmente, pela queda de receita de restaurantes, transporte aéreo, hotéis, rodoviário coletivo de passageiros e serviços de bufê. Em termos regionais, todas as doze unidades da federação onde o indicador é investigado mostraram recuo nos serviços voltados ao turismo, com destaque para São Paulo (-59,5%), seguido por Rio de Janeiro (-50,8%), Minas Gerais (-54,0%), Bahia (-70,9%) e Rio Grande do Sul (-64,8%)

No acumulado de janeiro a junho de 2020, o agregado especial de atividades turísticas mostrou queda de 34,6% frente a igual período do ano passado, pressionado, sobretudo, pelos ramos de restaurantes; transporte aéreo; hotéis; rodoviário coletivo de passageiros; e catering, bufê e outros serviços de comida preparada.

Todos os doze locais investigados também tiveram taxas negativas, com destaque para São Paulo (-36,2%), Rio de Janeiro (-29,5%), Minas Gerais (-34,1%), Bahia (-33,7%), Rio Grande do Sul (-40,6%) e Paraná (-34,2%.