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Foto de baixo movimento no comércio pela pandemia
A pandemia da COVID-19 encolherá a economia global em 5,2% este ano, representando a recessão mais profunda desde a Segunda Guerra Mundial e provocando um aumento dramático da pobreza extrema, afirmou o Banco Mundial na segunda-feira (8), em seu último relatório Global Economic Prospects.

A pandemia da COVID-19 encolherá a economia global em 5,2% este ano, representando a recessão mais profunda desde a Segunda Guerra Mundial e provocando um aumento dramático da pobreza extrema, afirmou o Banco Mundial na segunda-feira (8), em relatório com perspectivas econômicas.

Os países mais atingidos são aqueles em que a pandemia foi mais grave e onde há uma forte dependência do comércio global, turismo, exportações de commodities e financiamento externo, segundo o relatório. Para o Brasil, a projeção é de queda de 8%.

Nos países ricos, a atividade econômica deverá diminuir 7%, uma vez que o surto do novo coronavírus interrompeu severamente a demanda doméstica e as atividades de suprimento, comércio e finanças, afirmou o documento.

Renda em queda
Os mercados emergentes e as economias em desenvolvimento devem ter recuo de 2,5% – sua primeira contração consolidada em pelo menos 60 anos. Enquanto isso, a renda per capita deverá cair 3,6% – levando milhões à extrema pobreza.

Os países mais atingidos são aqueles em que a pandemia foi mais grave e onde há uma forte dependência do comércio global, turismo, exportações de commodities e financiamento externo, segundo o relatório.

“Essa é uma perspectiva profundamente preocupante, com a crise provavelmente deixando cicatrizes duradouras e colocando grandes desafios globais”, disse Ceyla Pazarbasioglu, vice-presidente de crescimento equitativo, finanças e instituições do Grupo Banco Mundial.

“Nossa primeira ordem de negócios é tratar da emergência global de saúde e economia”, disse ela. “Além disso, a comunidade global deve se unir para encontrar maneiras de reconstruir uma recuperação tão robusta quanto possível, para impedir que mais pessoas caiam na pobreza e no desemprego.”

Em seu Relatório Econômico Global semestral anterior, publicado em janeiro, antes de a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar o surto de COVID-19 uma pandemia em 11 de março, o Banco Mundial havia previsto um crescimento de 2,5% para a economia global este ano, graças a uma recuperação gradual no comércio e no investimento.

Na semana passada, o Banco Mundial divulgou capítulos analíticos do último relatório global de perspectivas econômicas, segundo o qual os países em desenvolvimento e a comunidade internacional podem tomar agora medidas para acelerar a recuperação, a fim de enfraquecer os efeitos adversos de longo prazo.

“As estimativas atuais mostram que 60 milhões de pessoas podem ser empurradas para a pobreza extrema em 2020 (e) essas estimativas provavelmente aumentarão ainda mais, com a reabertura das economias avançadas como o principal determinante”, disse o presidente do Grupo Banco Mundial, David Malpass.