Foto de arquivo de apresentação da orquestra
Pelo segundo ano consecutivo, a AngloGold Ashanti promove a música clássica em Caeté com a apresentação da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. A iniciativa faz parte da parceria do grupo com a empresa para promover concertos gratuitos nas cidades onde possui operações. Em parceria com a Orquestra, empresa promove apresentação gratuita na cidade com clássicos de Schubert e Tchaikovsky.
O evento será realizado sábado, dia 26 de agosto, às 20h30, na parte externa do Ginásio Poliesportivo de Caeté, um espaço amplo, que possibilitará que mais pessoas tenham a oportunidade de conferir a apresentação. Neste ano, a Filarmônica contará com sua formação completa, com a interpretação de um repertório ainda mais extenso em estilos e períodos musicais, com obras de Elgar, Berlioz, Schubert, J. Strauss, Carlos Gomes, Tchaikovsky, entre outros.

Em agosto de 2016, 400 pessoas puderam assistir, gratuitamente, à apresentação do Quinteto de Sopros, formação de música de câmara da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, no Cine Teatro Caeté. O retorno à cidade e a ampliação da apresentação, de acordo com a AngloGold, reforça o interesse local em iniciativas que promovam a cultura. “Um dos objetivos da AngloGold Ashanti, na sua atuação junto às comunidades, é promover e valorizar a cultura nas cidades onde a empresa opera. As apresentações da Filarmônica são uma rica oportunidade de assistir a uma apresentação de qualidade internacional”, ressalta Camilo Farace, vice-presidente da AngloGold Ashanti Brasil.

O calendário prevê, ainda, concerto em Santa Bárbara, no dia 2 de setembro, e já contou com apresentações em Nova Lima, no dia 3 de junho, e em Sabará, no dia 29 de julho, apreciadas por 2.500 e 2.700 pessoas, respectivamente.
Os concertos são apresentados pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais e AngloGold Ashanti, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e contam com o apoio das prefeituras locais. Para o regente associado da Filarmônica de Minas Gerais, Marcos Arakaki, os concertos ao ar livre são uma forma do público se aproximar da Orquestra, assim como dos músicos estarem mais próximos a seu público. “É sempre um momento carregado de emoção e alegria, há uma troca de experiências que nos energiza e faz com que as pessoas se sintam abraçadas e reconfortadas pela música clássica”, relata Arakaki.

Serviço

Sobre a apresentação em Caeté
No repertório, marcado pela diversidade, estão obras como Pompa e Circunstância: Marcha nº 1, de Elgar; A danação de Fausto: Marcha Húngara, de Berlioz; Rosamunde: Abertura, de Schubert; Tik-Tak Polka, de J. Strauss Jr.; Condor: Abertura, de Carlos Gomes; Eugene Onegin: Valsa, de Tchaikovsky; Rapsódia Húngara nº 2, de Liszt; e Carmem: Prelúdio, de Bizet. A regência é do maestro Marcos Arakaki.

Programa:
ELGAR – Pompa e Circunstância, op. 39: Marcha Militar nº 1 em Ré maior
BERLIOZ – A danação de Fausto: Marcha Húngara
SCHUBERT – Rosamunde: Abertura
J. STRAUSS JR. – Tik-TakPolka, op. 365
C. GOMES – Condor: Abertura
TCHAIKOVSKY – Eugene Onegin: Valsa
LISZT/Müller-Berghaus – Rapsódia Húngara nº 2 em dó menor
BIZET – Carmem: Prelúdio
Marcos Arakaki, regente

Turnê Estadual
AngloGold Ashanti Apresenta: Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, em Caeté
Turnê Estadual
26 de agosto, sábado, às 20h30
Caeté – Área externa do Ginásio Poliesportivo
Entrada gratuita

Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
Com quase dez anos de vida, a Filarmônica de Minas Gerais recebeu sete prêmios de cultura e desenvolvimento social, efetivando-se como um dos projetos mais bem-sucedidos de Minas Gerais e do Brasil no campo da música erudita. Sob a direção artística e regência titular de Fabio Mechetti, a Orquestra é atualmente formada por 90 músicos provenientes de todo o Brasil, Europa, Ásia, Américas Central, do Norte e Oceania, selecionados por um rigoroso processo de audição.
Desde a sua criação, em 2008, até junho de 2017, a Filarmônica realizou 672 concertos, com execução de 890 obras de compositores brasileiros e estrangeiros para mais de 874 mil pessoas, sendo que mais de 43% do público pode assistir às apresentações gratuitamente em praças da Região Metropolitana de Belo Horizonte e em 96 concertos no interior de Minas. O impacto desse projeto artístico durante os anos também pode ser medido pela geração de 60 mil oportunidades de trabalho direto e indireto.

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