Foto de consumidor no supermercado
Em fevereiro de 2020, o comércio varejista nacional cresceu (1,2%) frente a janeiro, na série com ajuste sazonal, após queda de 1,4% em janeiro. A média móvel trimestral foi de -0,2% no trimestre encerrado em fevereiro. Na série sem ajuste sazonal, houve aumento de 4,7% na comparação com fevereiro de 2019. No acumulado no ano, contra igual período do ano anterior, o avanço foi de 3,0%. Já o acumulado nos últimos 12 meses foi de 1,9%.

Os dados foram divulgados pelo IBGE nesta terça, 07 de abril.

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, o volume de vendas aumentou 0,7% em relação a janeiro, segundo mês consecutivo de variação positiva, contribuindo para que a média móvel do trimestre encerrado em fevereiro ficasse positiva: 0,2%, revertendo o recuo do trimestre encerrado em janeiro (-0,2).

Com o ganho de ritmo observado entre janeiro e fevereiro de 2020 (1,2%), o varejo nacional compensa parte da queda acumulada nos últimos dois meses e está 4,5% abaixo do ponto mais alto da série, atingido em outubro de 2014.

Na série com ajuste sazonal, o avanço de 1,2% no volume de vendas de janeiro para fevereiro foi resultado do avanço nas vendas em cinco atividades das oito pesquisadas. Os destaques positivos foram Móveis e eletrodomésticos (1,6%); Tecidos, vestuário e calçados (1,6%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,5%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,5%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,6%).

Por outro lado, pressionaram negativamente o resultado de fevereiro os Livros, jornais, revistas e papelaria (-3,8%), os Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,1%) e os Combustíveis e lubrificantes (-0,6%).

No comércio varejista ampliado, o volume de vendas cresceu 0,7% entre janeiro e fevereiro, na série com ajuste sazonal. Nessa comparação, os setores de Veículos, motos, partes e peças (0,9%) e Material de construção (0,1%) tiveram variação positiva, sendo que o primeiro havia crescido 8,5% e o segundo, recuado -0,1% no mês anterior.