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Foto de plantação de soja

A safra recorde de grãos de 2020 somou 254,1 milhões de toneladas, de acordo com a última estimativa do ano, 5,2% (12,6 milhões de toneladas) acima da colheita de 2019 (241,5 milhões de toneladas). Em relação ao que havia sido previsto no mês anterior, houve alta de 0,8% (2,0 milhões de toneladas). As informações são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje, quarta-feira (13), pelo IBGE.

O arroz, o milho e a soja somaram 92,7% da estimativa da produção e 87,1% da área colhida. Em relação a 2019, foi verificada uma alta de produção de 7,1% para a soja, de 7,7% para o arroz, de 2,7% para o milho (2,3% na primeira safra e 2,8% na segunda) e de 2,8% para o algodão herbáceo. Com relação à área utilizada para cultivo, houve acréscimos de 4,3% na do milho (2,5% para a primeira safra e 5,0% para a segunda); de 3,5% na da soja e de 0,5% na do algodão herbáceo. Já na área de arroz, houve declínio (1,2%).

Entre as regiões, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou a seguinte distribuição: Centro-Oeste, 121,7 milhões de toneladas (47,9%); Sul, 73,0 milhões de toneladas (28,8%); Sudeste, 25,7 milhões de toneladas (10,1%); Nordeste, 22,6 milhões de toneladas (8,9%) e Norte, 11,0 milhões de toneladas (4,3%). O estado do Mato Grosso lidera como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 28,7%, seguido pelo Paraná (15,9%), Rio Grande do Sul (10,3%), Goiás (10,3%), Mato Grosso do Sul (8,7%) e Minas Gerais (6,2%), que, somados, representaram 80,1% do total nacional.

Safra 2021 deve superar recorde de 2020 e atingir 260,5 milhões de toneladas