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Foto do painel da cúpula virtual

Cúpula virtual do G-20 (Foto: ONU)

Os líderes mundiais reunidos na cúpula virtual do G20, na quinta-feira (26), comprometeram-se a injetar mais de 5 trilhões de dólares na economia global para combater os impactos da pandemia de COVID-19.

Eles também expandirão a capacidade industrial para atender à enorme e crescente demanda por suprimentos médicos, que serão disponibilizados a um preço acessível e no menor tempo possível, segundo compromisso das principais potências econômicas do mundo.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, o principal diplomata do mundo, estava entre os participantes, enfatizando que “estamos em guerra contra um vírus – e não estamos vencendo”.

Guterres entregou uma mensagem em três partes aos líderes, pedindo ações concertadas para suprimir o vírus e minimizar o impacto social e econômico da pandemia.

“Precisamos trabalhar juntos agora para preparar o terreno para uma recuperação que construa uma economia mais sustentável, inclusiva e equitativa, guiada por nossa promessa compartilhada – a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”, concluiu.

Intensos esforços dos países

Com a pandemia acelerando exponencialmente, o homem na vanguarda da resposta global instou o G20 a “lutar” contra o que chamou de “a crise de saúde que define o nosso tempo”.

Assim como o secretário-geral da ONU, o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, enviou três mensagens aos líderes: lutar, unir-se e impulsionar.

“Primeiro, lute. Lute com força. Lute bastante. Lute como se sua vida dependesse disso – porque ela depende”, disse ele.

Tedros também pediu unidade e solidariedade, e o impulso à produção de ferramentas, equipamentos de proteção e de tratamento que podem potencialmente salvar centenas de milhares de vidas.

Os dados da OMS mostram que quase meio milhão de casos de COVID-19 foram registrados na quinta-feira (26) e mais de 20.800 mortes, enquanto 199 países e territórios são afetados.

Tedros alertou que “sem ações agressivas em todos os países, milhões poderão morrer”.