Nesta terça-feira, dia 22 de agosto, data em que comemora os 175 anos da Revolução Liberal de 1842, em Minas Gerais, na cidade histórica de Santa Luzia, estiveram os cocaienses presidente da Câmara de Barão de Cocais, vereador Leonei Morais Pires, o jornalista Leonel Soares Marques, historiador do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais (IHGMG), o tenente PM Robson César de Souza, biógrafo do barão de Cocais, e a professora Ivanete Nepomuceno Souza, ex-coordenadora do Centro de Referência Histórica (Museu CRH) de Barão de Cocais, e participaram dos festejos civis e militares que lembraram a data no Parque Recanto dos Bravos (Muro de Pedra).
A Solenidade foi aberta com a palestra do desembargador e historiador Marcos Henrique Caldeira Brant, que falou sobre a história da batalha final da Revolução Liberal de 1842, em Santa Luzia, exatamente na região do Recanto dos Bravos. Depois, ele entregou a placa comemorativa à prefeita de Santa Luzia, Roseli Pimentel, desembargador aposentado Aluísio Quintão, presidente do IHGMG, à vice-presidente do IHGMG, professora Regina Almeida, especialista sobre a vida e obra do barão de Cocais, tenente-coronel José Feliciano Pinto Coelho da Cunha, comandante-chefe da Revolução Liberal de Minas, em 1842, e o deputado estadual Lafayete Andrada, que coordenou os trabalhos da edição do livro da História da Revolução Liberal de 1842, escrita pelo cônego José Antônio Marinho, editada em 2015, pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), e o general de Divisão, Henrique Nolasco Sobrinho, comandante da 4ª Região Militar (ID-4/BH).
Às 10h, após a formatura militar, no parque Recanto dos Bravos (onde houve a batalha final) foram agraciadas com a Láurea Cruz da Batalha de Santa Luzia, as seguintes personalidades, após o discurso do orador oficial, deputado Lafayete Andrada, descendente do Patriarca da Independência do Brasil, José Bonifácio Andrada: a tabeliã Beatriz de Almeida, Oficial de Registro de Imóveis; o historiador, escritor Marcos Paulo de Souza Miranda, promotor de Justiça de Santa Luzia; e a tabeliã de Registro de Notas. Maria Adélia Tófani Gonçalves Rodrigues Machado, diretora do Cartório de Notas de Santa Luzia. Logo após, foi depositado uma corbeille de flores no monumento histórico que lembra a batalha de Santa Luzia, em 1842, pela prefeita de Santa Luzia, Roseli Pimentel, e desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Marcos Henrique Caldeira Brant. O general de Divisão, Henrique Nolasco Sobrinho, ressaltou em discurso sobre a importância da batalha de Santa Luzia que culminou com a vitória do barão de Caxias (futuro duque de Caxias), derrotando as tropas sob o comando de Teófilo Ottoni. O barão de Cocais não combateu Caxias, refugiando-se em sua terra natal, Vila Colonial de Cocais, por serem ambos maçons.
O encerramento das solenidades teve a inauguração da Revitalização do parque histórico Recanto dos Bravos, seguido de desfile militar de 200 soldados do Exército.
*Leonel Marques

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